- Provavel sinopse de um filme pseudocult... Um cu. Porque cu não tem acento, nunca teve e nunca terá. O meu pelo menos... Não sei do seu. Nem quero saber.
- Te inspiraram a fazer dialogos novamente?
- Sem acentos e sem bixices... Não sou viado e nem sapatão. Sou homofobico.
- Mas voce é casado com um homem!!!
- Retificando... Sou casadA com uma mulher... é bem diferente.
- Voce realmente me comove com suas palavras.
- Blasfemia! Voce é um mal carater com C maiusculo... Só pensa em palavras doces, mentiras suburbanas, caricias mal feitas em troca de uma bucetinha molhada...
- Seu palavreado é realmente comovente... Estou falando a verdade!
- Ok. Vamos terminar logo com isso!
- Já gozou?
- Não, e voce?
- Tambem não...
- Talvez devessemos deixar isso pra outra hora.
- Talvez.
30.10.09
11.10.09
Lixo.
Palavras somem durante a madrugada fria da megalópole, enquanto entrelaçamos sexualmente nossos corpos. Ponto final.
26.9.09
Desabafos sob cobertores.
Apague a luz, meu bem. A conta veio alta.
Nos cotidianos me inspiro a cuspir palavras, vomitar desabafos, encurtar a vida.
Se fazemos da vida um problema maior, meus textos saem como poesia, historinhas pra fazer dormir qualquer individuo seco e impotente.
Fumando daquele cigarro mais barato, gritando e descabelando por um problema banal.
Minhas palavras mudam e mudam e dizem a mesma merda de sempre.
Não vou escrever sobre política, sobre amor, sobre a juventude que ficou perdida na memória, sobre músicas, sobre a maldição, sobre absolutamente nada.
Mas escrevo, deixo as palavras cansativas fluirem da maneira mais chata.
Paro, reflito e canso.
Provavelmente dormi.
Provavelmente isso apenas morreu em mim.
Me levanto e vou.
Sem me importar em olhar para trás.
Nos cotidianos me inspiro a cuspir palavras, vomitar desabafos, encurtar a vida.
Se fazemos da vida um problema maior, meus textos saem como poesia, historinhas pra fazer dormir qualquer individuo seco e impotente.
Fumando daquele cigarro mais barato, gritando e descabelando por um problema banal.
Minhas palavras mudam e mudam e dizem a mesma merda de sempre.
Não vou escrever sobre política, sobre amor, sobre a juventude que ficou perdida na memória, sobre músicas, sobre a maldição, sobre absolutamente nada.
Mas escrevo, deixo as palavras cansativas fluirem da maneira mais chata.
Paro, reflito e canso.
Provavelmente dormi.
Provavelmente isso apenas morreu em mim.
Me levanto e vou.
Sem me importar em olhar para trás.
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